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A vingança é um prato que se serve frio… ou seco




Não sei muito bem que conclusão tirar desta curta história:

Há muito, muito, tempo a menina S. foi mordida por um bicho numa canela. Teve procedimento cirúrgico na perna, curativos etc. e tal e ficou com uma cicatriz e alguma sensibilidade localizada.

Os anos foram passando até que num belo (ou não tão belo) dia a menina S. tinha de se levantar às 6:15 para mais um treino semanal.

Equipamento preparado de véspera, despertador para a hora certa, tudo preparado como tinha de ser para correr bem.

Mas, e há sempre um mas nestas histórias, o senhor seu marido achou que às 6 da matina a senhora sua amada já tinha dormido demais. Então não tem mais nada e cá vai disto. Um beijo? Não! Um carinho? Népia! Uma chamada carinhosa? Nem por isso. Foi mesmo um pontapé na canela. Assim, curto e grosso que é por causa das coisas.

A dor sentida pela S. foi tão aguda, mas tão aguda, que rogou pragas ao seu amado (não tão amado naquele momento) marido durante minutos a fio. Queixou-se, guinchou e ele justificou-se dizendo que se tinha tratado de um espasmo durante o sono (e o Pai Natal também existe?) e virou-se para o outro lado com um ronco mais assertivo que é como quem diz – Pronto mulher, já chega, cala-te lá que quero dormir.

Certo e sabido que a menina S. não pregou mais olho e ficou a remoer na possibilidade de uma vingança face ao sucedido.

Mas não foi necessário fazer nada… os astros alinharam e criaram o merecido castigo face ao seu “espasmo”. 

Água!? De grilo! Banhinho? Fica para a próxima! Ihihihih.

A menina S. beneficiou de um duchezinho especialmente agradável no ginásio e o marido foi trabalhar a seco. Ah, ah, ah,… para aprender!

É para saber que a sua esposa merece carinho e atenção. Sempre que sobre ela for tomado outro tipo de comportamento a retribuição não vai ser bonita nem agradável. PUMBA!!!!

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