sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Coisas que não compreendo #12
Porque é
que há pessoas que por muito que tenham, estão sempre a ver o que outros têm e a
desejar ter também? Não por si, não por objetivos próprios, mas por comparação
com o alheio.
Cada um
tem aquilo que tem! Aquilo com que nasceu, aquilo porque lutou, aquilo que lhe
caiu em cima, aquilo que às vezes até tentou evitar… todos têm o bom e o mau da
vida. O que não percebo é esta insatisfação que muitos têm não por si, não
porque identificaram essa necessidade/capricho/vontade, mas sim porque há
alguém que já a tem.
Acho que
sentem aquele bicho que consome, aquela vontade de olhar com ar de “raistaparta
que isso devia ser eu/meu e não tu/teu”. Aquelas pessoas que não descansam
enquanto não têm o que os outros possuem (seja em termos materiais, de
personalidade, físicos, o que for). Não compreendo esta forma de ser ou estar.
E isto
atinge o ridículo quando criticam as pessoas que têm aquilo que elas próprias davam
o dedo mindinho para ter… Aquele escárnio revestido de inveja. Vade retro!
O melhor do dia
Andar
na rua e cruzar-me com crianças mascaradas. Ver o orgulho, a felicidade e até
alguma timidez com que envergam a personagem escolhida faz-me sorrir.
Porque é que sou assim? #1
Porta
abertas para mais uma nova rubrica (que chique!) Caraterísticas que podiam ser
diferentes em mim, mas não são!
Não
resisto… a sagas literárias! Compro o primeiro livro de uma e mesmo que não me
agrade muito o primeiro livro dou sempre o benefício da dúvida. Depois se não gostar
especialmente do segundo e existir ainda um terceiro, tenho de o ler, para
saber o final da história. Se forem mais, está o caldo entornado…
A não ser que não me
identifique minimamente com o tema abordado nos livros. Aí é diferente. Mas gostava
de não sofrer desta curiosidade historial crónica.
Christina Perri - A Thousand Years [Official Music Video]
Gosto
desta música! Para quem a ouvir e pensar “Acho que a conheço de qualquer lado…”
e não esteja a ver de onde, esse lado é o filme Amanhecer - Parte 2 (Sim, da
Saga Twilight!!!). O filme acaba com esta música e na altura nem lhe prestei
grande atenção, mas depois… aquece-me o coração. Acho que é doce e romântica. Espero
que gostem!
Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer
I have died every day waiting
for you
Darling, don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
Darling, don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
One step closer
I have died every day waiting
for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
And all along I believed I would
find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
One step closer
One step closer
One step closer
I have died every day waiting
for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more
And all along I believed I
would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Vontade de viver outra vida
Olho
para a minha vida e às vezes gostava de ser uma mera espectadora. Ver de fora
porque às vezes ataca-me uma ânsia sufocadora.
Quero
respirar, quero espreguiçar-me, quero espaço, mas apenas sufoco. Tudo me
sobrecarrega, tudo me cansa, tudo me farta, tudo parece um colosso.
Às
vezes tenho vontade de viver outra vida, uma vida mais simples, ou pelo menos,
menos complicada. Os pensamentos entrelaçam-se e criam um torvelinho ou
torvelão. É tanta coisa que nem lhe consigo ter mão.
Não
posso dizer tudo o que penso, não posso partilhar aquilo que sinto. Guardo e
acumulo, represento e até dou alento. Mas o que faço nunca parece suficiente.
Sinto que nem sempre estou ciente.
Podia
virar a página, podia viver a outra vida, mas existe tanta coisa com
importância... Existe tanta coisa que não trocava… Vou vivendo e vou
suportando. De vez em quando levanto a cabeça para ganhar ar, mas imediatamente
me começam a chamar.
Sou
bombeira de serviço! Mas posso tirar folga? Sei que tenho de viver a minha
vida, apesar de por vezes me apetecer viver outra…
Ginásio by morning #16
Este
post não é escrito com o melhor estado de espírito do mundo.
Ontem
sentia um certo entusiasmo por ter praticado desporto diariamente desde sábado
e como hoje era dia de pesagem (não sei ao certo porquê, mas adquiri o hábito
de me pesar à 5.ª feira de manhã) pensei eu, estupidamente, que isso se
iria refletir no peso.
Redondamente
enganada… pedia talvez meio kilograma, com duzentos ou trezentos gramas já
ficava satisfeita, mas desde a semana passada engordei quatrocentos gramas.
Tinha
acabado de me levantar à 6:20 da manhã para fazer uma coisa que não adoro, mas
com um objetivo traçado, e a p&%a da balança trama-me assim a vida. Oh S.
não pode ser assim, estás a ganhar músculo, o músculo pesa mais que a gordura e
não sei quê e não sei que mais… estou sinceramente a c@g@r-me para essa merd@
toda.
Todos
os dias tiro uma t-shirt e umas calças de treino completamente encharcadas. Todos
os dias penso que estou a fazer alguma coisa por mim, pela minha saúde, pelo
meu bem, fazer os possíveis para evitar o rol de doenças que os meus pais
enfrentam e sei que o meu peso não é, não pode ser sobre qualquer ponto de
vista saudável (um dia ainda o vou partilhar, mas não hoje). Penso no esforço,
no suor, no sacrifício e penso Para quê?
Todo o bem-estar que sentia ontem esfumou-se e estou reduzida a gorda
frustrada.
Ainda
assim bebi o meu batido (de maças e laranjas) equipei-me e fui para o ginásio.
Fiz o treino e vim embora, mas hoje teve um sabor muito agridoce.
Também
senti um cansaço que só costumo sentir ao final do dia, e tenho de escutar o
meu corpo. Estamos em contagem decrescente para a corrida de sábado e amanhã
está decidido que será dia de descanso.
Espero
entretanto ganhar novo ânimo e que a balança não me pregue mais partidas
destas… Tem mesmo de ser sempre tudo tão difícil?
Coisas que não compreendo #11
Quando
se põe um trolha/eletricista/serralheiro… a trabalhar, ele está concentrado,
caladinho e a despachar o trabalho o mais depressa que pode. Quando se junta
mais 1 ou 2 ou 3 ou… é festa pela certa. Adoram mandar bitaites uns aos outros,
gostam de meter a colher no trabalho dos colegas, gostam de dizer umas piadas
(algumas com piada, outras nem por isso), adoram dar asas a toda uma linguagem
especial…
Nos
últimos dias têm sido marcados pela presença de 4/5 homens a trabalhar no
passeio junto à porta da empresa. Estão a imaginar a animação que aqui vai?
Pelo menos não existem silêncios constrangedores!
“Em
minha casa não falta nada! Até gelo tenho no frigorífico!” (Das minhas
preferidas)
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Ginásio by morning #15
Naquela
que começa a ser uma rotina, mais um dia de sair da cama cedinho.
Hoje
experimentei beber apenas um iogurte líquido para ver se me sentia mal mas por
acaso não. Fiquei porreirinha como com o batido. Acho que vou começar a
alternar entre batidos e iogurtes para não ser sempre a mesma coisa e não ter
tanto trabalho.
Devido
a problemas técnicos tive de fazer o treino na passadeira sem música. Foi um
dos maiores suplícios a que me sujeitei. Sabem aquela sensação da mesma coisa
nos custar 50.000.000 de vezes mais? Estive mesmo para parar, ir buscar música
e recomeçar o treino, mas com os minutos todos contados não dá para andar com
grandes invenções. Claro que mal saltei da passadeira fui para o meu abrigo…
phones nos ouvidos, marcar o ritmo a que treinei. Não sei explicar, mas preciso
mesmo de ouvir a música que escolho e quero nos treinos. Quer-se dizer, ontem
andei a acrescentar umas músicas à playlist e hoje o aparelhómetro acha por bem
deixar-me ficar mal? Ai, ai, ai, ai, ai!
À
frente… problema musical resolvido e treino sem mais nada de especial a
acrescentar. Só 4,5Km em 12m de bicicleta… oh yeah! J
Entretanto
acho que no próximo sábado vou passar o dia a dormir. Ainda por cima com a
corrida noturna a sesta de longa duração fica mais que justificada.
Sinto-me
a entrar numa fase em que o ginásio é quase terapêutico, não sei explicar, mas
parece que se agora por algum motivo tivesse simplesmente de deixar de ir,
psicologicamente ia afetar-me. Ou então não tem nada a ver e quero também criar
este vício, esta rotina que até já crio teorias! Cabeça muito pensadora… mas corpo
cada vez mais saudável.
Assim faço beicinho
No
ginásio aproveito para ir deitando o olho às notícias, pondo-me a par de como
anda o mundo.
Vi
que o Pedro Abrunhosa vai receber hoje o Prémio Pedro Osório atribuído pela Sociedade
Portuguesa de Autores e fiquei satisfeita. É um compositor e músico que aprecio,
de grande qualidade, uma prova de que se faz boa música em Portugal e em
português e aproveito para o felicitar (de certezinha que vai passar por aqui,
por isso, Parabéns Pedro!).
Ós despois, entre uma e outra novidade, a meu
pior pesadelo tornou-se realidade: pelo segundo ano consecutivo (e é
preciso mesmo sublinhar o segundo) não se irá realizar a feira do livro noPorto. WHAT????
Isto
não é possível! No ano passado fiquei chateada, mas este ano apetece-me bater
com os pés no chão, espernear e fazer beicinho. Não tem jeito nenhum.
Entre
desconfianças e questões financeiras mais uma vez fica hipotecada a
possibilidade dos portuenses (e não só) terem um momento de lazer, investirem
na cultura e receberem este evento que considero importante.
Fiquei
mesmo incomodada com esta informação. Apesar da notícia que li (e que indicava
que não haveria feira, ponto final!) já li em sites de notícias que ainda não
está definitivamente decidido. Espero que esta malta tenha o bom senso de conciliar
interesses e darem à cidade invicta este grande evento, que adoro.
Saga de Gabriel
Na altura em que li várias opiniões sobre o
primeiro livro desta saga - “O Inferno de Gabriel” - decidi que tinha de vir cá
para casa, fazer parte do meu património. Atirei-me a esta primeira obra de
Sylvain Reynard traduzida em Portugal e não me desiludi.
A história é de um professor universitário
especialista em Dante (obra esta que vai sendo dada a conhecer ao leitor ao
longo do livro – pormenor muito interessante porque gerou conhecimento numa
área da qual não sabia absolutamente nada) e de uma aluna (inscrita numa
pós-graduação onde Gabriel leciona) que aparece nas suas aulas. Imediatamente
existe uma espécie de ligação estranha e injustificada, mas que posteriormente
é esclarecida.
Entre a arrogância do professor (Gabriel Emerson) e
a humildade e inocência da aluna (Julia Mitchell) toda uma história de amor se
cria e juntamente com as personagens secundárias (Christa e Paul) fica aqui uma
receita de sucesso. E como o proibido é sempre o mais apetecido…
Terminado o Inferno, vem “O Êxtase de Gabriel”.
Segunda obra desta trilogia, mais algum conhecimento sobre a obra de Dante e
com uma luta pelo amor que nos aperta o coração e faz ficar a torcer por um
final feliz que muitas vezes duvidei de que existiria. Uma leitura que afeta os
mais românticos e afetuosos (acuso-me!), e que mais uma vez me prendeu até à
última palavra.
Por fim e não menos delicioso “A Redenção de
Gabriel”. Mais uma vez, aguardei ansiosamente o seu lançamento e mal pude,
atirei-me de corpo e alma. Fiquei a torcer pelo “felizes para sempre” até ao
fim e em suspense! E mais não digo, só que vale muito a pena, o amor ultrapassa
todas as barreiras e o que implica luta tem sempre outro sabor…
Adorei a forma feliz como o autor terminou todos os
livros. Apesar de todas as dificuldades que o casal, família e amigos enfrentam,
as coisas terminam bem. Transmitiu o sentimento de “ok, agora ficam uns tempos
sem vos ver, mas sei que ficam bem!”.
De realçar
a abordagem de assuntos do nosso quotidiano e similaridades com qualquer vida
comum. O merecido fim para as personagens principais e secundárias! Foi muito
agradável a viagem que fiz ao longo destes três livros. Só a nota de que não
faz sentido apregoarem as suas semelhanças com as Cinquenta sombras de Grey,
pessoalmente achei que não teve nada a ver. Grande aposta da Saída de
Emergência!
Coisas que não compreendo #10
Porque é
que todos os livros que contêm a descrição de alguma cena mais sensual ou
erótica têm na sua capa uma referência à trilogia “As Cinquenta Sombras de
Grey”?
Será que
vendem mais livros por isso?
Acho que
é uma grande desvalorização, apesar de identificar a técnica comercial. Grandes
histórias que são muito mais para além de cenas de sexo seguidas de cenas de
sexo, mas que fazem questão de mencionar: “As cinquentas sombras souberam-lhe a
pouco?” ou coisas do género!
Se ainda
se tratassem de livros mais fracos… mas nos casos em que isso me aconteceu o
conteúdo não tinha nada a ver e não me senti ludibriada. Em primeiro lugar não
comprei esses livros por essa menção, mas por comentários e opiniões de li
antes de decidir comprar. Depois, como é que me posso sentir enganada quando
tenho uma história muito mais interessante, envolvente e apelativa da que a
anteriormente mencionada?
Sei que
aquele boom inicial de corrida a este género de livros justificava estas
tentativas, mas agora? Não compreendo!
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Ginásio by morning #14
Numa semana que me parece promissora (o meu marido
já fica de boca aberta quando lhe digo que no dia seguinte vou ao ginásio! J), hoje
foi o dia do segundo treino da semana. Começou com um batido bem simples:
- ½ dúzia de bagas goji
- 3 colheres de sobremesa de sementes chia
- 1 pera
- 1 maça (grande)
- 2 kiwis
- sumo de 1 laranja e 1 limão
- água q.b.
Fiz aqui há dias download da aplicação MyASICS que
traça um plano para atingir um determinado objetivo. Depois de analisar o plano
proposto percebi que rapidamente tinha de começar a correr 2Km sem parar e hoje
comecei o treino com esse objetivo em mente.
2 minutos de aquecimento e depois fixei a
velocidade em 6,5km/h. Cerca de 17:30 minutos depois conseguia… sorriso
estúpido e energia para acabar o resto do tempo a correr à mesma velocidade.
Fiz mais um bocadinho que 2Km, não foi muito mais, mas assim que saí da
passadeira apetecia-me gritar um YES!!! Mas controlei-me, festejei para dentro
e continuei.
Máquinas de braços e pernas e elítica e mais braços
e acabei (como sempre) na bicicleta. Pelo tempo (sempre controlado) estabeleci
que podia fazer 12 minutos e como já tinha percebido por treinos anteriores que
fazia 3km com relativa facilidade decidi que hoje era o dia dos 4km! E
fiz os 4Km, até fiz mais, ali na fase final puxei valente e quando vi o
objetivo a ser atingido… YES!!! (Para dentro!)
Foi um treino muito bom! Ver este progresso (mesmo
apesar das dores musculares) faz-me sentir e acreditar que é isto que eu quero!
Quero melhorar mais e mais, correr mais e mais, aumentar a distância aos
poucos. Sei que nem todos os dias vou fazer aquilo que idealizo, mas são dias
como os de hoje que me dão alento para os menos bons!
Memórias #13
Ano 2010,
aproximação do dia de casamento. Quase sempre que estava com a minha mãe, uma
grande preocupação que mostrava era a postura que eu teria no dia do casamento.
Um
vestido que lhe caiu no goto, mas uma filha terrível, com problemas nas costas
desde miúda e com muita tendência para costas curvadas com corcunda à mostra,
como manda a sapatilha.
Acredito que
a senhora minha mãe passou noites em claro a pensar na forma de ultrapassar
este obstáculo de grande importância para o sucesso do dia do meu casamento.
Um belo e
marcante dia chegou mesmo a criar uma palavra passe.. gaivota! Gaivota era a
palavra que no caso de ser pronunciada pela minha mãe eu acederia a dar um
esticanço às costas, e a ficar direitinha como um fuso…
Basicamente
eu andava a passear descansadinha da vida entre os convidados de mão dada com o
meu marido, mas com esta postura:
E a minha
mãe (sempre atenta) gritava, tossia, disfarçava: GAIVOTA!
E eu:
Se fosse
hoje, acho que ela ficava orgulhosa de mim. Com esta dor que me cobre quase
todo o corpo e uma parte da alma, com um caminhar novo, ela só pensaria: a
minha filha parece uma
(só em
nota de rodapé, pelo menos que me lembre a minha mãe não usou a uma
palavra-passe nem uma vez naquele dia. Não sei se ela estava demasiado distraída
ou se eu andava direitinha como quem anda à procura de alguma coisa acima da
multidão…)
Um pequeno-almoço diferente - Panquecas
Acordar
num Sábado/Domingo com vontade de fazer algo diferente. Sabia que já as tinha
tentado fazer em tempos, mas não tinham corrido bem. Foi altura de uma segunda
tentativa:
Panquecas
com fruta e nozes
Ingredientes
(rendeu 6 panquecas jeitosas):
- 1
chávena de chá de farinha
- 1
chávena de chá de leite
- 1 ovo
(tamanho L)
- 1
pitada de sal
- 1
colher de chá de fermento
- 1 + ½
colher de azeite
- 2
colheres de sopa de açúcar
- 1
colher de café de essência de baunilha
- Creme
de avelã (tipo Nutella) q.b.
-
Manteiga q.b.
- Mel
q.b.
- 1
banana
- 1 kiwi
- Nozes a
gosto
- Açúcar
em pó a gosto
Numa taça
juntar a farinha, o leite, o ovo, o sal, o fermento, o azeite, o açúcar e a
essência de baunilha (opcional) e bater bem até obter uma mistura homogénea.
Deixar este preparado repousar um pouco.
Preparar
as panquecas numa frigideira (com o calor a um nível baixo) untada com
manteiga. Depois de colocar uma colher de massa e esta começar a formar bolhas
de ar virar até cozinhar e retirar. Repetir até terminar o preparado.
Barrar 2
panquecas com creme de avelã, 2 com manteiga e duas com mel.
Num prato
dispor uma panqueca com cada tipo de cobertura. Juntar meia banana, meio kiwi e
distribuir algumas nozes por cima. Polvilhar a gosto o prato com açúcar em pó. Repetir o
procedimento num segundo prato e servir.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Ginásio by morning #13
O pleno
era mesmo depois dos treinos do fim-de-semana hoje me conseguir levantar de
manhã. E levantei com relativa facilidade… até começar a andar.
Os gémeos
pareciam que iam saltar das pernas e se iam embora, cada passo, uma espetadela
na anca direita que até via estrelas… mas a persistência e a vontade de atingir
um objetivo falou mais alto. Equipamento em cima do lombo e lá pus pés ao
caminho para o ginásio.
Estava
cheia de medo de não conseguir fazer a ponta de um chavelho, mas a verdade é
que fiz o treino todo direitinho sem grande stress. Quando comecei a correr na
passadeira ganhei toda uma nova perceção dos meus músculos das pernas. Parecia
que não tinha certos músculos que entretanto marcaram presença no meu
pensamento através da dor, mas nada por aí além.
Depois do
banho, o caminho para o escritório foi uma verdadeira anedota. Passar o pé
esquerdo da embraiagem para o travão e vice-versa ganhou toda uma dimensão, só
me apetecia rir.
O que
interessa é o objetivo foi cumprido! Vamos ver como me porto o resto da semana!
Treino #25
Depois dos 9Km de sábado, no domingo o meu marido levanta-se e pergunta-me “Queres ir
dar uma corrida agora de manhã?”
Bem,
tenho de referir que depois do treino de sábado, me levantei no domingo com uma
dor de pernas, de ancas, de joelhos, que nem me apetecia mexer um dedo, mas não
é todos os dias que ele pergunta se alinho numa corrida e se ele aguentava eu
também tinha de aguentar.
Com um
entusiasmo que no fundo não sentia “Vamos lá!” disse eu. Fomos para o estádio
do Maia, que por acaso tem umas condições boas e anda lá muito povo a fazer o
mesmo que nós.
Claro que
ainda tínhamos o corpo todo dorido e por isso este treino não deu para grande
coisa. A minha aplicação também me deixou ficar mal… mas segundo ele foi aproximadamente isto:
3,4Km em
30:00
Não foi
muito, mas também não se podia pedir mais. Lá viemos para casa mais uma vez a
refletirmos acerca do facto de termos passado anos em que o domingo era no sofá
e sem sair de casa. Sem sentir o sol, o calor, o bem-estar,… não fazíamos ideia
daquilo que andávamos a perder.
Claro que
o domingo à tarde foi passado a um ritmo muito lento. Depois de arrefecermos
todos os músculos ganharam um outro significado, uma outra dimensão. Mas mesmo
assim nada nos tira o sorriso de termos conseguido fazer o que fizemos.
Treino #24
Tenho a
dizer-vos que este fim-de-semana puxei mais pelo cabedal do que aquilo que
pensei que me seria possível!
Depois de
uma semana com uma frequência satisfatória do ginásio, tinha de treinar a
corrida para ver como estava em termos de preparação para o próximo Sábado.
Ao final
do dia de sábado, lá fomos em direção à praia da Madalena correr em direção à
Afurada. Primeiro começamos por correr no passadiço, mas é impressionante o
manto de destruição até onde a vista alcança. Ainda tentei correr numa zona que
tinha muita areia, mas depois de me deparar com isto:
Percebi
que iria ser assim o percurso todo e decidi vir para a estrada, junto da
ciclovia.
Corri e
caminhei, corri e caminhei… passei por zonas espetaculares com vistas
fabulosas, parei para tirar umas fotos, e quando dei por ela tínhamos percorrido
4,5Km. Achamos que era boa altura para voltar para trás e assim foi.
Infelizmente não consegui correr o percurso todo, mas ainda assim:
9Km em
1:36:26
Nem
acredito que levei com 9Km em cima do lombo e não tive de ir direta para o
hospital com uma paragem cardíaca, um pé torcido ou outra coisa qualquer que me
impedisse de fazer o que quer que fosse durante muito tempo…
Feliz,
satisfeita e completamente estafada, foi como acabei este treino de sábado à
tarde.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Esta deve ser mesmo porreira (Corrida do Mar)
Para não dizerem que não informei...
Pelo local em que é e pela paisagem que envolve acho que deve valer a pena. Mas só tento convencer o marido depois de sobreviver à do dia 1 de Março.
A quem interessar, mais informações aqui.
Pelo local em que é e pela paisagem que envolve acho que deve valer a pena. Mas só tento convencer o marido depois de sobreviver à do dia 1 de Março.
A quem interessar, mais informações aqui.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Sogros??? Ao longe!
Pronto,
um dia tinha de vir este assunto à baila. Trata-se de assunto ao qual sou
especialmente sensível. Durante muito tempo lembrei-me de o abordar aqui, mas
acabei por desistir. Agora decidi que era o momento.
“Quem
casa quer casa.” Sempre idealizei a minha vida independente dos pais de ambos,
nunca sequer me surgiu a ideia de continuar a viver em casa dos meus pais ou
dos dele após constituirmos a nossa própria família.
Idealizações
à parte, descobri aqui há dias um texto intitulado “Filhos são do mundo”. Foi inicialmente
atribuída a autoria deste texto a José Saramago, mas depois a fundação fez uma
publicação no portal a negar esta atribuição. Assim, não faço ideia de quem o
escreveu. (Se por acaso o autor cá chegar por favor informe-me que eu atualizo
a informação)
“Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los
autónomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem
conselhos.
…
Então, filho é um ser que nos emprestaram para um
curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos
piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter
coragem. Isto mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém
pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de
estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas
um empréstimo!
…”
Concordo com o autor do texto. Tenho pena que alguns pais não consigam agir em conformidade com estas afirmações. Não sou mãe, não sei exatamente os sentimentos que estas situações implicam, mas sou filha, sou nora, e sinto na pele o facto de algumas pessoas acharem que independentemente da vida, da idade, da responsabilidade, da autonomia de opiniões e decisões, podem sempre comandar a vida dos filhos.
Neste
aspeto acho que tenho muito mau feitio. Não suporto que controlem a minha vida
e tentem dar ordens acerca do que deve ser feito na minha vida, na minha casa,
no meu casamento, na minha vida social...
Os
pais/sogros têm sempre uma opinião a dar, sobretudo se lhes for pedido, mas há
um momento na vida dos filhos em que simplesmente é preciso cortar o cordão
umbilical. O núcleo familiar deixa de ser os nossos pais connosco e com os
nossos irmãos e passa a ser o constituído pelo marido e mulher. Como uma nova
célula que se cria.
Vivo
relativamente longe tanto dos meus pais como dos meus sogros e sinto-me
bastante confortável com isso. Não gostava da ideia de me aparecerem em casa
sem avisar, do entrar e sair sem serem convidados, da possibilidade de
intencionalmente ou não controlarem alguns passos da minha vida.
A vida
que escolhi foi criar a minha família juntamente com o meu marido. Não namorei
ou casei com o pai ou mãe dele e apesar de tudo isto fazer parte do pacote há
uma privacidade, uma independência de que não consigo abdicar.
Os meus
pais são e serão sempre os meus pilares. Sei que são as pessoas em quem me
apoiarei independentemente das dificuldades que ainda se atravessarão no meu
caminho. Mas sei igualmente que isso não lhes dá legitimidade para “se meterem”
na minha vida, viverem-na por mim ou comandarem-na quase tanto como eu.
Há coisas
que são fáceis de lidar, outras que nem por isso. Parece-me que se trata de uma
luta contínua, porque para mim, se há coisa pela qual vou sempre lutar, é pelo bem-estar
emocional que esta delimitação de acessos cria.
E é por
isso que digo sogros… ao longe! Tanto os meus como os dele!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Sentir
Há momentos
em que parece que tudo vai desabar. Respiro fundo, engulo as lágrimas, esboço
um sorriso, mas o sentimento, esse só eu o conheço, só eu o sinto.
Uma
vontade de me tornar invisível cria corpo e conquista terreno. Se me encostar a
um canto, não sair da sombra, não mostrar as lágrimas ou o sentimento, me
deixam em paz?
Sinto que
levei com um tsunami em cima. A surpresa e o choque deram-me um abanão mas “facilmente”
criei as amarras com a realidade que me sustém. Voltei a levantar a cabeça e
tentei enfrentar o futuro de forma promissora. Mas depois chega um dia como o
de hoje. Um dia que sem motivo concreto algum ganha outros contornos. Um dia em
que parece que vou chorar, sangrar, gritar ao mundo o que sinto sem qualquer
filtro, sem qualquer controlo.
Não o
farei, sei que não o farei, e entretanto tudo isto me consome. A esperança, a
felicidade, a força escapam-se como o fumo de um cigarro. Fico temporariamente
no fundo de um buraco escuro.
Sei que
amanhã é outro dia. As forças vão ser renovadas, o espírito vai ser outro e o
discernimento prevalecerá sobre a irracionalidade de pensamentos confusos. Mas enquanto
o amanhã não chega, o hoje é muito difícil!
The White Stripes - 'Seven Nation Army'
Porque a
música é a minha companhia nos bons e maus momentos, esta é a música eleita
para o dia de hoje.
Eu a tentar ficar mais bem disposta
E a Comissão Europeia a dar-me cabo do esforço:
"... Portugal precisa de uma redução salarial adicional de 5% para garantir que há um equilíbrio entre a taxa de desemprego e o nível salarial."
"... Portugal precisa de uma redução salarial adicional de 5% para garantir que há um equilíbrio entre a taxa de desemprego e o nível salarial."
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades! Ou as necessidades?
Pessoalmente
penso que atualmente as crianças são demasiado precoces no uso de tecnologias e
conhecimento de determinados assuntos, nomeadamente no que a sexo diz respeito.
A mim
parece-me que já não sabem saltar à corda, correr, jogar às escondidinhas, ao
lenço… Nos dias de hoje saltam à corda mas numa consola, correm, lutam,
escondem-se numa consola. Até animais de estimação têm nas consolas. Isto como
se fosse substituível o contacto físico entre pessoas e com animais e até com
as próprias coisas.
Sei que
os tempos são outros. Sei que as coisas não são como no meu tempo (e nesta
altura cai sobre mim uma crise de idade!) e em certos aspetos sinto-me uma
verdadeira sortuda.
Desde
miúda sempre vi os médicos, advogados, engenheiros e terem algum reconhecimento
adicional pelo seu trabalho. Gestão era trabalho de homem e contabilista
sinceramente nem ouvia falar grande coisa.
Cresci e
quando foi altura de escolher o Curso em que me iria licenciar sabia
perfeitamente que a minha mãe gostava que fosse médica ou enfermeira, mas o que
é facto é que tanto mãe como pai sempre me disseram que a escolha era
totalmente minha. Escolhia o que gostasse, o que quisesse e independentemente
das preferências deles não iam influenciar a minha decisão. E assim foi,
disseram e cumpriram!
E pensava
que a regra era esta. Sim, como em tudo existiam exceções mas apenas para
confirmar a regra.
Isto até
que me começo a aperceber em reportagens do telejornal, em conversas com
miúdos, a preocupação que apresentam com a crise, com o dinheiro, (para mim,)
com uma série de coisas nas quais ainda não deviam pensar, apesar de
compreender que isso aconteça.
Mas no
meio desta história toda a minha maior surpresa foi receber um estagiário que
me disse que frequentou um curso profissional de ciências e tecnologias, mas
agora quer tirar a licenciatura em contabilidade. Porquê? Porque para garantir
trabalho tem de ir trabalhar na empresa dos pais. A ideia é colmatar uma
necessidade e tratar da contabilidade. Para mim, esta não é a vontade deste
jovem de cerca de 19 anos. Esta é a escolha, a necessidade, de quem atinge a
idade adulta no auge de uma crise, numa fase em que as dificuldades são mais
que muitas e os pais não conseguem deixar de se preocupar e passar essa
preocupação para os filhos, relativamente à penhora do seu futuro.
Acho que têm
demasiadas preocupações e o futuro não se adivinha risonho. Porque estar todos
os dias a fazer uma coisa de que não gostamos é das piores coisas que acho que
pode acontecer. Resta-me apenas tornar esta experiência o mais agradável (ou
suportável) possível para o jovem em questão.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Ginásio by morning #12
Oh yes
baby! That’s what I like!!!
3 vezes
seguidas! Sempre ouvi dizer que o que custa é começar. Pessoalmente custa-me
sempre, mas simultaneamente sabe-me demasiado bem para desistir. Além disso
tenho de aproveitar estas fases em que a vontade é mais que muita. A minha
esperança é que se entranhe e torne um hábito, mas para já não estou muito
segura disso.
Por isso hoje
mais uma para o monte (ainda pequenino)… a 3.ª consecutiva!
Batido:
- 3
colheres de sobremesa de sementes chia
- bagas
goji q.b.
- meio
abacaxi
- 1 maçã
grande
- 1 cubo
de espinafres (que o marido consentiu após a experiência do pepino)
- sumo de
1 laranja e 1 limão
- 1
colher de sobremesa de mel (para cortar o sabor dos espinafres)
- água
q.b.
E hoje
fui a primeirinha a chegar à sala de musculação/cardio. Quando o resto da malta
começou a chegar já umas pingas de suor tinham surgido aqui e ali…
Mais uma
vez excedi o fixado no plano de treino e vim embora toda animada. Hoje foi o
dia em que me dei um encosto de ombros psicológico, que é como quem diz “bom
trabalho miúda!”!
Vamos ver
os próximos episódios…
Maçã e Amêndoa – combinação pecaminosa
Chegou a
altura de mostrar a segunda (e última) sobremesa do jantar de S. Valentim.
Falsos
crepes de maçã e amêndoa com gelado de baunilha
Esta
receita levou:
- 45g de
manteiga
- 4
colheres de sopa de açúcar
- 5
colheres de sopa de amêndoa palitada
- 1 maçã
- 3
colheres de sopa de doce de gila
- 8
folhas de massa filo
-
Margarina líquida q.b.
- Canela
q.b.
- Sumo de
limão q.b.
- Açúcar
em pó q.b.
- Gelado
de baunilha
Aquecer a
manteiga numa frigideira. Juntar o açúcar e ir mexendo até ficar acastanhado.
Nessa altura juntar a amêndoa palitada, misturar bem e deixar torrar um pouco. Adicionar
a maçã, misturar bem e deixar ferver, mexendo de vez em quando, à volta de 5
minutos. Depois juntar o doce de gila e polvilhar com canela. Mexer bem e
deixar ferver. Finalmente, espalhar sumo de limão por cima e mexer bem. Retirar
da fonte de calor e deixar arrefecer um pouco.
Cortar as
folhas de massa a meio e depois sobrepor 4 meias folhas. Cada uma das folhas
deverá ser pincelada com margarina líquida antes de colocar a seguinte.
Espalhar
o recheio pelos conjuntos de folhas de massa (4 conjuntos) e embrulhar como uma
prenda. Levar ao forno até a massa ficar dourada.
Retirar
do forno, juntar uma bola de gelado de baunilha e polvilhar com açúcar em pó e
canela.
Gostamos
bastante, mas preferimos a mousse.
Memórias #12 Música (Aerosmith - Amazing)
O meu gosto
musical foi de alguma forma delineado pelos gostos dos meus dois irmãos mais
velhos. Um deles (6 anos mais velho) que me influenciou mais e o outro (3 anos
mais velho) que tinha uns gostos mais barulhentos e por isso menos a minha
onda.
Durante a
infância ouvia muito Bon Jovi, Guns N’ Roses, AC/DC, entre outros, e como não
poderia deixar de ser Aerosmith.
Esta
“Amazing” dos Aerosmith fez-me muito
companhia enquanto andava pela casa a arrumar, utilizando qualquer objeto como
microfone, armada em cantora profissional. Quando não me armava em cantora
virava-me para o baterista ou em última alternativa guitarrista. Polivalência fantasiosa
à parte, esta música faz parte de muitas memórias de miúda.
Dificuldade de ser mulher #10
Eu:
Então, o batido hoje de manhã estava bom?
Ele: Por
acaso… estava bem bom! Soube-me bem!
Eu: Sabes
que tinha um ingrediente secreto!?
Ele: A
sério? O quê?
Eu: Tens
a certeza de queres saber?
Ele: Sim,
diz lá!
Eu: Pus
um pepino! Mas estava muito bom! Nem se notava o sabor…
Ele:
Agora que falas nisso acho que notei alguma coisa estranha…
Porque é
que não acerto assim no Euromilhões?
Já tinhamos saudades
da chuva.
E ela voltou, para não continuarmos a sentir a sua falta. Esteve para aí quê, um dia sem chover?
E ela voltou, para não continuarmos a sentir a sua falta. Esteve para aí quê, um dia sem chover?
Vale tudo, mas podia valer mais
Vale
tudo! Programa de Domingo à noite da SIC que recomeçou no fim-de-semana
passado. Ainda me lembrava das gargalhadas da primeira temporada e estava
ansiosa por me voltar a divertir.
Começou
com a informação de que Rui Unas e César Mourão são os residentes e eu logo a
bater palminhas qual criança entusiasmada porque são dois comediantes que
adoro, talvez os meus preferidos atualmente.
De resto,
os convidados também me pareceram malta disposta à ramboiada, com destaque para
a Inês Castel-Branco que é do mais porreiro que pode haver. Todos os
ingredientes reunidos para uma noite divertida.
Mas nem
por isso! O João Manzarra fez questão de ir alterando o guião conforme lhe
apetecia (pelo menos foi a sensação que me deu) e até concordava com isso se
resultasse! Não aconteceu! Parecia que o programa tinha sido mal organizado e preparado
em cima do joelho. Ainda me arrancaram uma ou outra gargalhada, mas nada
comparado com outros tempos. Acho que têm muito a melhorar…
Da minha
parte, a continuar assim, posso passar de espetadora assídua a ausente. Mas
ainda foi o primeiro programa e temos de dar o benefício da dúvida. Aguardo o
próximo programa para mais conclusões.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Ginásio by morning #11
Ah pois é!!!
Há já algum tempo que me perguntava como seria ir dois dias seguidos ao ginásio
pela matina. Hoje foi o dia, o segundo!
Apesar de
os músculos ainda se manifestarem por causa do tratamento levado ontem, lá fui
às 7horas para mais uma volta no carrossel do gym!
O batido
teve como elemento principal a cenoura. Sem o marido saber também pus um pepino
e bebeu-se bem. Ele não se queixou (quando ler este post vai-se queixar!) por
isso acho que é uma boa opção! No total:
- 3
colheres de chá de sementes de linhaça
- bagas
goji q.b.
- 1
banana
- 1 pera
- 1
pepino
- 2
cenouras
- sumo de
2 laranjas e 1 limão
- água
q.b.
Ficou com
uma cor laranja muito porreira. Lembrei-me de tirar foto, mas têm de perdoar a
falta de lembrança no segundo dia consecutivo de treino pelas 6:30 da manhã.
Como o
sistema de treino não estava a funcionar (e já começo a reparar que isto
acontece com muita frequência) foi freestyle! :P
Pimba,
logo por causa das coisas, 20 minutos de passadeira à velocidade de 6,5Km/hora.
Com um sorriso de muita satisfação quando o tempo terminou, fiz quase o treino
todo como é costume. Dei-lhe com mais peso na elítica e na bicicleta e reduzi
um bocadinho ao tempo para compensar o aumento na passadeira.
E claro
uma coisa engraçada para melhorar o dia da malta. Nos equipamentos de
musculação/cardio existe aquela zona onde pomos as mãos para verificarmos os
nossos batimentos cardíacos. Sempre que o fazia, passado alguns segundos o
coração vermelho começava a piscar
(e eu pensava, já conseguiu apanhar). Lá via os batimentos e continuava com o
treino… Até que o coração começou a piscar não em vermelho, mas em verde! Verde??? Que estranho! Porquê
verde? E pronto, já devem ter chegado à mesma conclusão que eu! Percebi que até
aí andava a abusar no esforço que fazia e o facto de o coração piscar na cor
vermelha significava que o esforço era demasiado… e agora não! Sim, às vezes
sou burra! Que fazer?
Ignorância
à parte, dois dias seguidos ao ginásio!? Uoooouuuuuu! Será que consigo um
terceiro? Ou é maluqueira a mais?
A ver
vamos…
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