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terça-feira, 8 de novembro de 2016

2 anos sem ti



Há quem consiga dizê-lo melhor que eu. Desde a primeira vez que ouvi esta música (tal como a See you again, de Wiz Khalifa ft. Chalie Puth) senti que dizia muito do que queria dizer. 

E por isso, hoje, no dia em que faz dois anos que o meu maninho me foi roubado cedo demais exponho-me através de palavras que não são minhas mas que traduzem muitos dos meus sentimentos:

Agora sei que me estás a ouvir
Entre as estrelas vens me ensinar a sorrir
Porque agora sei - estás onde és feliz
Vemo-nos por ai
... Tu foste demasiado cedo
Nem uma pomba branca
Eu tou aqui com nó de marinheiro na garganta
Eu disse Deus para te guardar
Mas foi tudo tão veloz, uns dizem que morreste
Eu digo que tu vives em nós
E por mais que se fale os sacrifícios são teus
Enquanto ao resto ninguém sabe
Infindáveis são os desígnios de Deus
Eu espero que o céu receba as minhas palavras
De revolta não há lágrimas que eu verta que te possam
Trazer de volta
Tantas lições que eu retiro ao recordar e ver a vida
Se escapar de ti num último suspiro
(…) E todos juntos em circo fizemos uma prece
Pedindo aos anjos para virem fazer morada ao teu redor
Para te pouparem, te levarem daqui para um lugar melhor

(…)

Minha vida nada tem de especial
Comparada com a luta que tiveste naquela cama de hospital

Embora esperada a tua ida não tem nexo
(…)
Tinhas os dias contados hoje eu sei que eles eram poucos
Guardaste isso contigo só para nos poupar a todos
E no fundo eu agradeço esse heroísmo
Entre alegria de viveres e a dor de te ter perdido
Uns recordam o teu sorriso, outros o feitio
Ao lembrar de ti apenas choro tudo o que eu contive
Em conversas contigo eu peço que olhes por mim
E por todos os que rezam e também pensam em ti
Sei que não querias tristeza cada lágrima é uma dívida
Quando eu te vir cobra-me com um choro de alegria
Uma coisa eu te prometo, sempre que se faça dia
Não lamento a tua morte, mas celebro a tua vida

(…)
(Entre as Estrelas, Jimmy P. e Diogo Piçarra)


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pensamentos profundos #35

Malta:

Por favor, mas POR FAVOR, parem de publicar fotos dos vossos pés nas redes sociais.
Não me interessam pés lindos, feios, gordos, magros, na praia, na Torre Eiffel, na Caraíbas, na fila da Segurança Social,... não me interessam.
Nem me parece que tragam valor acrescentado para a sociedade em geral e para mim em particular. Pensem nisso, ok?
Agradecida!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Pensamentos profundos #34



Sei que se calhar parecem pensamentos de uma qualquer religião estranha mas não são.
Olho para o mundo e vejo:
- Pais a matarem os filhos, a abandonarem-nos em casa para irem para o casino, a maltratarem-nos gratuitamente;
- Pessoas que se agridem e até matam por nada ou coisa nenhuma (um tiroteio nos EUA causado por uma discussão que teve por base a flatulência de um dos elementos de um gangue! – alguém acredita?);
- Maus tratos a animais por interesses económico financeiros, para tirar fotos para postar nas redes sociais (o golfinho que morreu na Argentina é inadmissível!) ou simples maldade – vê-se cada coisa nas redes sociais que só geram revolta – como é que é possível?;
- O homem mais xenófobo e ignorante a ganhar eleições;
- As pessoas mal educadas, sem princípios, desonestas e maldosas;
- E tantas coisas mais poderia aqui escrever…
E só consigo pensar: É neste mundo que vou deixar a minha filha crescer? Será que tinha o direito de trazer uma criança ao mundo para viver rodeada de tanta maldade?
O que é que se passa?
As pessoas são más. Não há espírito de entreajuda. Só há crítica e inveja. E arrogância, Incomoda-me ver o caminho que percorremos e com tendência para piorar.
No que é que nos estamos a transformar? Qual será o limite? Haverá limite?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pensamentos profundos #33



O que é que passou pela cabeça da Fanta para fazerem um investimento astronómico que resultou naquela coisinha sem sabor e até ligeiramente deprimente que passa em horário nobre nas nossas televisões?
Isto é malta que percebe tanto de publicidade como eu de abóboras.