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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Estou no pré casamento – mas não é bem isso



Já vai há algum tempo. 6 anos e meio mais ou menos. E caminhei o mesmo caminho que muitas noivas caminham.

Noiva que é noiva antes do casamento faz dieta para estar em melhor forma no grande dia. Não fui exceção. O resultado é que não foi grande coisa… mas não vamos falar sobre isso.

Casei com um peso bem acima das expetativas mas casei na mesma.

E agora, com os altos e baixos que estes 6 anos e meio me trouxeram, volto ao mesmo peso que tinha quando entrei na igreja com o meu irmão e o meu pai.

Mas o peso de 2010 não é igual ao peso de 2016. Sim, a balança mostra o mesmo número mas a verdade é que não tem nada a ver.

Estou em muito melhor forma física e sei que em termos relativos a massa gorda e o músculo estão em proporções bem diferentes.

Todo este tempo trouxe-me muito maior conhecimento sobre o meu corpo, sobre alimentação, sobre alternativas, sobre desporto. Informei-me, pesquisei e arrisquei muito e o resultado sente-se.

Estou em muito melhor forma do que há seis anos atrás.

Mas também só o consegui com muito esforço e espírito de sacrifício. Naquele tempo se me dissessem que ia madrugar para treinar eu ia atirar-me para o chão a rir às gargalhadas – com direito a pernas no ar e tudo.
Como as coisas mudam…

Esta é apenas mais uma vitória. Uma lembrança para continuar a lutar por um objetivo maior. Agora há outra marca que estou ansiosa por traçar e já estive mais longe. E, a pouco e pouco, vou lá chegando. Sem pressa mas com determinação.

Mi aguardem…

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Peso #1



Nesta nova abordagem ao emagrecimento e ganho de vida saudável tenho lido muitas vezes que a proporção para um corpo saudável é:
80% alimentação
20% exercício físico.
Os treinos matinais deixaram marcas e um vício no corpo que ainda me custa negar. Sabia-me mesmo bem logo de manhã levar com a frescura no rosto, o aquecimento do corpo, e o duche da recuperação total. Mas prioridades se impuseram e a milha filha é incompatível com este hábito – mas só para já porque daqui a algum tempo vai ser revisto.
Esta semana não foi fácil. O copo de leite com café, o pão, os cereais, tudo o que estava habituada a comer de manhã foi substituído por ovos, presunto/salpicão, frutos secos, tentativas de bolos à base de coco, e muito café turbinado.
As restantes refeições não têm sido tão chocantes mas extremamente trabalhosas. É legumes e mais legumes e mais carne e mais peixe e mais ovos e mais o caneco. E mais um homem muito cético e que tem que levar com banhos de motivação.
Mas, felizmente, a motivação é mais que muita. É por mim, para mim, e sinto que preciso mesmo disto e apesar do cansaço, algum mau estar, e um estado de espírito não tão positivo quanto isso, consegui cumprir todas as regras durante esta semana sem nunca pisar o risco.
E o resultado foi visto hoje na balança. Numa semana -3Kg.
3Kg? 3Kg? Sim, 3Kg! E não é que o esforço foi mesmo compensado?
Faltam-me 23,3Kg para o primeiro objetivo estabelecido e sei que tenho um longo caminho pela frente. Mas começou da melhor forma.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ah, é verdade! A maternidade…



Se dúvidas havia em 2015 ficaram todas esclarecidas. Abril é o mês.
O mês em que a L. decidiu agraciar-nos com a sua presença. Ali mesmo, no 30, no final do dia, 19:59 (ou 20:01), a tempo de tornar este mês o da minha vida – definitivamente.
A emoção de a ouvir, de a ver, de a sentir, nem vale a pena tentar descrever. Fico leiga nas palavras para descrever tal sentimento. Só o sente quem por lá passa (cliché? Eu sei!) e tudo o que pudesse escrever ficaria aquém do que vivenciei.
O primeiro pensamento: Obrigada Bibe!
De alguma forma quis acreditar que o meu irmão estava ali. Que ouvir a minha filha chorar, com todos os sinais de uma bebé perfeita e saudável, teria o dedo do meu irmão.
O segundo pensamento: No que é que eu me meti!?!?!?! Agora não dá para voltar atrás. Mas eu não vou saber fazer isto… a minha vida nunca mais vai ser igual! Respira, respira!
E tinha razão!
Desde o dia 30 de Abril que a minha vida nunca mais foi a mesma. Dormir (embora não me possa queixar muito), comer (só apetece porcarias), treinar (4 treinos desde que nasceu), ver televisão, conversar, namorar, conviver,… não volta a ser igual. Mas fica tudo muito melhor.
Existem momentos de desespero, de aflição, de tudo. Mas um sorriso, uma funguinha como só ela gosta de fazer, e valeu a pena.
Todos os dias acorda com um sorriso no rosto. É uma comilona de primeira. Adora brincadeira. Gosta pouco de apertos – beijinhos e abraços não é para ela. É uma perdida pela nossa gata (acho que a gata, para já, é que não é uma perdida por ela – causa-lhe demasiada queda de pelo!).
Todos os dias penso como tive a sorte de a ter na minha vida. Que valeu a pena passar tudo por que passei. O que é que eu fiz para merecer aquela bebé (mais) linda, (mais) perfeita, (mais) tudo!?
O meu pequeno milagre, que não percebia porque tinha acontecido na altura em que aconteceu, hoje é uma verdadeira revelação. Só tenho de agradecer à vida ou a quem for por ter aquela birrenta, de feitio difícil, mas sorriso maravilhoso, que de alguma forma conseguiu que o meu coração parasse de sangrar para ficar com uma profunda cicatriz.
A maternidade é o melhor da vida. E demorou-me cerca de 7 meses a percebe-lo. Por muito que não quisesse todos os outros lados da minha vida ficam como que ligeiramente embaciados porque ela é a prioridade e pode ser qualquer coisa desde que ela fique bem.
Maternidade – euromilhões com muita fralda mal cheirosa e birras à mistura!