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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Vai ser assim



Paleo faz todo o sentido. Investiguei bastante sobre o assunto, informei-me, e acho que a alimentação paleo é a opção e não uma opção. Mas sem cometer erros ao fim de 2 meses o meu peso estagnou, fiquei chateada, desmotivada e sem vontade de prosseguir esta linha. Senti-me desorientada.
Entretanto já percebi que preciso de acompanhamento médico para não andar sempre e pisar o risco e decidi consultar uma nutricionista.
Procurei um serviço diferente porque costumo dizer que a teoria sei eu bem – acho que tenho doutoramento nisto - e preciso do fator novidade para não desmotivar à partida. A maçã com bolacha maria não é para mim. Pesquisei, procurei, e através de um blog que já acompanho há vários meses fiz a minha escolha. Objetivo: otimização metabólica.
E o que é otimização metabólica?
Volta e meia toda a gente diz: “porque o teu metabolismo deve ser muito lento” ou “ele tem uma sorte do caneco porque o metabolismo dele é muito rápido”.
Facilmente percebemos que existem sistemas metabólicos Carocha e Panamera. Este fulaninho trata de queimar entre 50 e 70% das calorias que consumimos. Se o sistema metabólico estiver devidamente apetrechado (que é como quem diz otimizado) vai queimar mais calorias do que se optarmos apenas pela versão base. E o que é preciso é muita caloria ardida.
Como é que se consegue isso? Com a ingestão de ingredientes corretos. Vitaminas e minerais que vão originar uma produção de energia que vai impedir, ou travar, a sua transformação em gordura. O segredo está no equilíbrio da conjugação da proteína e dos hidratos de carbono.
Para além da alimentação existem obviamente outros fatores que majoram esta otimização. Já sabemos que ser gaja é coisa tramada e o género está aqui metido ao barulho. Para além disso podemos falar de fatores hereditários, exercício físico, estatura, saúde, entre outros.
No meu caso em particular houve pormenores tidos em conta no delineamento do plano alimentar: uma anemia com valores que não são preocupantes mas que terei de melhorar, uma vitamina D nas ruas da amargura, resistência à insulina (que deverá ser causada pela acumulação de gordura abdominal) e ácido úrico um bocadinho elevado.
Face a isto e de acordo com as minhas rotinas diárias foram-me apresentadas algumas alternativas para as várias refeições. Fiquei muito surpreendida com algumas sugestões mas nada como experimentar para tirar as teimas.
Vou, conforme puder e me apetecer, partilhando por cá o meu diário alimentar, as dificuldades, sucessos e insucessos.

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