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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Menino ou menina?



Para ser totalmente sincera não tinha preferência. Acho que num segundo filho é mais fácil dizer que se prefere um outro sexo. Numa primeira viagem não conseguia preferir…
Achava que era um menino inicialmente, não por preferir, porque era esse o instinto maternal. Rapidamente (ou não tão rapidamente quanto gostaria) percebi que o meu instinto está muito mal sintonizado… e temos uma menina a caminho!
Hoje, prefiro uma menina. É o que trago dentro de mim e não consigo querer outra coisa. Acho que é mesmo o que estou a precisar até porque, daqui a nada, tenciono pô-la a tratar de atividades domésticas. J Depois de 9 meses a carrega-la dentro de mim no mínimo tem de se habituar a por a louça na máquina, por a mesa, e muitas outras ideias que entretanto vão com toda a certeza surgir – tratar-me da manicura parece-me brilhante. E isto com poucos meses de idade porque depois partimos para tarefas mais pesadas.
Por outro lado vejo a minha vida muito mal parada. Toda a gente me diz que as meninas têm mais tendência para o pai. Se as afilhadas servem de exemplo trepo paredes pela forma como se derretem pelo padrinho – um ciúme orgulhoso se assim lhe podemos chamar. Isto leva-me a perceber que vai ser preciso muito esforço e tempo para criar a cumplicidade que sempre imaginei entre mim e os meus filhos. E aqui o inimigo número 1 é: o pai! Estou feita mas vou reunir todos os meus trunfos… prepara-te papá!!!
A gata já cá canta e vai ser o poder das mulheres em grande cá por casa. Valha-nos o homem para acalmar os ânimos – não gostava nada de estar no teu lugar!

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