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A mostrar mensagens com a etiqueta E quando uma pessoa julga que já viu tudo

A seguir ao trauma I vem o trauma II

Nesta trilogia de: As porras que inventam para eu tentar executar vezes sem conta , depois da aventura que tem sido aprender a saltar à corda, foi-me proposto um novo desafio.  Numa bela madrugada, cerca das 7horas da matina o coach disse que era dia de investirmos numa nova skill . Sim senhor, acho muito bem, sempre a evoluir, a aprender coisas novas, etc e tal. Tudo muito impecável até ao momento em que nos disse do que se tratava. Fazer o pino! Mas que raio de brincadeira vem a ser esta? Quer-se dizer: começamos com o salto à corda – senti-me uma chavalita de 5 anos, com a mobilidade de uma velha de 70, a tentar passar a porra de fio por baixo dos pés (sem lá ficar engatado) – e agora o pino? O PINO? Não me chega ficar quase capaz de chamar a TVI para noticiar o facto de conseguir saltar 30, 40, 50 vezes consecutivas? Andava a ficar satisfeita? Então lixo-me e viro-me ao contrário. Voltámos à primária - é o que é! E vou ter mais uma experiência de: ...

Oficialmente aberta

A época dos jantares de natal. E das canecas de chá no dia seguinte. Se o natal fosse só o 24 e o 25 o stress não era grande. E o problema não são esses dois dias. São todos os outros. Dois meses antes começam os jantares: do trabalho, dos amigos, dos amigos próximos, do ginásio, do clube de leitura e do crochet . É preciso experimentar 1, ou 10, doces que pensamos para o natal. Para não correr riscos experimenta-se. E depois quem come? Eu sei que estragar é pecado! Não me digam isso a mim – digam à balança. Chega o 24 e pumba com as rabanadas, sonhos, bolo rei (tradicional, frutos secos, chocolate, gila,… porque, meus caros, o bolo rei tradicional em exclusivo já teve o seu tempo), pão de ló (o tradicional e o de ovos moles), o pudim, os formigos, os bilharacos, os queijos e mais 10 ou 20 iguarias que nos tenha passado pela mente – tirando os outos tantos que andamos a experimentar para repetir aqui. “Ai que é tanta coisa!! Não era preciso! É um exagero! E ago...

Trump ao poder… só me dá vontade de me benzer

Devem andar para aí porcos de bicicleta – eu é que não os vejo. Nunca, em momento algum, por mais bêbada que pudesse estar, consideraria Trump na Casa Branca. Mas as bruxas existem e os porcos andam de bicicleta. Foi com perplexidade que, esta manhã, soube que a maior potência mundial vai ficar nas mãos de uma pessoa mimada, desequilibrada, extremista. E hoje fiquei com a sensação de ser colocada num daqueles tabuleiros de jogo – mais precisamente a batalha naval. Lembram-se de fazermos os quadradinhos e tentarmos acertar? Pois, é isso. A tendência para a extrema direita que o mundo começa a mostrar (com a devida exceção para Portugal) assusta-me de uma forma tremenda.  Aquelas minorias meio toupeiras – como os racistas, misóginos, xenófobos – ganham um novo alento, uma nova força, que os faz crescer e sair do buraco. Grupos como os KKK ganham uma nova legitimidade atribuída por estas eleições que lhes permite irem além dos limites que anteriormente estabelecer...