Devem andar para aí porcos de bicicleta – eu é que não os vejo. Nunca, em momento algum, por mais bêbada que pudesse estar, consideraria Trump na Casa Branca. Mas as bruxas existem e os porcos andam de bicicleta. Foi com perplexidade que, esta manhã, soube que a maior potência mundial vai ficar nas mãos de uma pessoa mimada, desequilibrada, extremista. E hoje fiquei com a sensação de ser colocada num daqueles tabuleiros de jogo – mais precisamente a batalha naval. Lembram-se de fazermos os quadradinhos e tentarmos acertar? Pois, é isso. A tendência para a extrema direita que o mundo começa a mostrar (com a devida exceção para Portugal) assusta-me de uma forma tremenda. Aquelas minorias meio toupeiras – como os racistas, misóginos, xenófobos – ganham um novo alento, uma nova força, que os faz crescer e sair do buraco. Grupos como os KKK ganham uma nova legitimidade atribuída por estas eleições que lhes permite irem além dos limites que anteriormente estabelecer...
Abril, o mês das maiores mudanças da minha vida! Este blogue... pedaços de mim!