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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dia da pescada!

Lombinhos de pescada com broa

Ingredientes:
- lombos de pescada (eu usei 3 da pescanova);
- limão, alho, sal e especiarias;
- margarina amolecida;
- broa de milho ralada e aromatizada com alho e salsa;
- 1 cebola cortada às rodelas;
- margarina.


Primeiro temperar os lombos de pescada com limão, sal, alho e especiarias a gosto.
Passado algum tempo num tabuleiro indicado para ir ao forno colocar as rodelas de cebola e por cima os lombinhos de pescada depois de os passar pela margarina amolecida e pela broa de milho aromatizada com salsa e alho. Depois espalhar a restante broa por cima dos lombinhos (no caso de sobrar).
Pôr umas nozes de margarina em cima dos lombinhos e levar ao forno a dourar.

Acompanhei com uma salada de alface e queijo de cabra aromatizado com azeite e temperada com sal, pimenta, colorau e vinagre balsâmico.

E pronto, mais uma...


quarta-feira, 13 de abril de 2011

E sai um Tortellini...

O meu tortellini levou:

- 1 embalagem de tortellini do Pingo Doce de queijo e espinafres;
- 1 embalagem de bacon aos cubos;
- 1 pacote de natas (200ml);
- 1 lata de cogumelos laminados;
- 1 dente de alho picado;
- azeite;
- salsa picada, óregãos, noz-moscada e pimenta;
- queijo mozzarela ralado.

Cozer o tortellini durante uns 5 minutinhos em água e sal.
Alourar o dente de alho com o azeite e juntar o tortellini escorrido. Temperar com pimenta e noz-moscada e deixar saltear.
Juntar o bacon, os cogumelos e deixar cozinhar um pouco. Juntar as natas e mexer.
Quando começar a ferver desligar. Polvilhar com queijo mozzarela, salsa picada e óregãos.
E pronto, fica assim:

Uma refeição rápida que vem mesmo a calhar em momentos de aperto!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Ai, ai...

E pensar que há um ano atrás estava a chegar ao México... ai caramba!!!
Já ia...

Entrevista de Henrique Neto a Anabela Mota Ribeiro no "Jornal Económico"

"Uma vez, fui a um debate em Peniche, conhecia o Sócrates de vista. Isto antes do Governo Guterres. Não sabia muito de ambiente, mas tinha lido umas coisas, tinha formado a minha opinião. O Sócrates começou a falar e pensei: “Este gajo não percebe nada disto”. Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala, sobre aquilo de que não sabe. Eu, que nunca tinha ouvido o homem falar, pensei: “Este gajo é um aldrabão, é um vendedor de automóveis. Ainda hoje lhe chamo vendedor de automóveis".

"Quando se pôs a hipótese de ele vir a ser secretário-geral do PS, achei uma coisa indescritível. Era a selecção pela falta de qualidade. O PS tem muita gente de qualidade. Sempre  achei que o PS entregue a um tipo  como o Sócrates só podia dar asneira".

"Gosto muito de Portugal – se tiver uma paixão é Portugal – e não gosto de ninguém que dê cabo dele. O Sócrates está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto. Entre o mal que faz e o bem que faz, com o Sócrates, a relação é desastrada".

"Há caras de que gostamos mais e outras menos, mas não me pesa assim tanto. Além do facto de que estou convencido de que ele não é sério, também noutros campos. Conheci a vida privada do Sócrates, ele casou com uma moça de Leiria, de quem conheço a família. Sou amigo do pai dela, que foi o meu arquitecto para a casa de São Pedro de Moel. Esta pequena decoração que vê aqui [em casa] foi feita pela cunhada do Sócrates. Às vezes compro umas pinturas que a mãe delas faz. Nunca fui próximo da família, mas tenho boas relações. Não mereciam o Sócrates. Portanto, sei quem é o Sócrates num ambiente familiar. Sei que é um indivíduo que teve uma infância complicada, que é inseguro por força disso, que cobre a sua insegurança com a arrogância e com aquelas crispações. Mas um País não pode sofrer de coisas dessas".

"Escrevi uma carta ao Guterres, que foi publicada, em que lhe disse coisas que digo do Sócrates. Era deputado quando escrevi a carta, era da comissão política do Partido Socialista. Foi na fase de Pina Moura e daqueles descalabros todos. Na comissão política, estão publicadas algumas dessas coisas, [sobre] os negócios do Jorge Coelho e do Pina Moura. Depois de ter falado disso tudo em duas ou três reuniões e não ter acontecido nada, escrevi uma carta e mandei ao Guterres. Ele distribuiu a carta. No outro dia veio nos jornais. Era uma carta duríssima. Os problemas eram os mesmos, estávamos a caminhar mal, estávamos a enganar os portugueses, a dizer que a economia estava na maior, quando não era verdade. Na altura já falava com o Medina Carreira e ele já falava comigo".

"Quando o Pina Moura foi ministro das Finanças, uma senhora das Finanças instalou-se lá na empresa. Nunca contei isto. Encontrava-a no elevador, nunca falei com ela, “bom dia Sra. Dr.ª.”. Mas os meus homens contavam-me. Andou à procura, à procura, à procura como uma doida. Esteve lá alguns dois anos. As coisas não são impunes, a gente paga-as neste mundo. Disse o que quis do Pina Moura, da maioria desses gajos; era natural que se defendessem. Os seus colegas jornalistas muitas vezes foram ao Pina Moura com o que eu disse; e ele: “Não comento”. O Guterres também não comentava, e o Sócrates também não comenta. Aliás, quando faço uma intervenção ao pé dele fica histérico, não me pergunte porquê".

"Estudei um pouco da história portuguesa, nomeadamente dos Descobrimentos; fizemos erros absurdos. Um dos erros é deixarmo-nos enganar, ou pelos interesses, ou pela burrice. O poder, os interesses e a burrice é explosivo. Descambámos no Sócrates, que tem exactamente estas três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira. Somos um País que devia usar a inteligência e o debate para resolver os problemas, e temos dirigentes que utilizam a mentira e evitam o debate".

"A última comissão política do PS foi feita no dia em que o Sócrates anunciou estas medidas todas. Convocou a comissão política depois de sair da conferência de imprensa, para o mesmo dia, à última da hora, para ninguém ir preparado – primeira questão. Segunda questão, organizou o grupo dos seus fiéis para fazer intervenções umas a seguir às outras, a apoiar, para que não houvesse vozes discordantes. A ideia dele era que o Partido Socialista apoiasse as medidas. Fez medidas tramadas, toda a gente sabe. O mínimo era que o partido as apoiasse. Mas não falou antes. Depois o Almeida Santos fez aquilo que faz sempre: uma pessoa pode inscrever-se primeiro, mas o Almeida Santos só dá a palavra a quem acha. Os que acha que vão dizer o que não quer que digam, só vêm no fim. E no fim: “Isto está tarde, está na hora de jantar”. Isto é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria. O Arq. Fava é maçónico, o Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-Geral da República. Utiliza-se depois as técnicas da maçonaria – não é a maçonaria – para controlar a sua verdade. Os sucessivos governos, este em particular, pintam uma imagem cor-de-rosa da economia portuguesa. Isto é enganar as pessoas sistematicamente.

Depois aparecem críticos como o Medina Carreira ou eu a chamar a atenção para a realidade do País – chamam-nos miserabilistas! E quando podem exercem pressão nos lugares onde estão esses críticos e se puderem impedir a sua promoção ou acesso aos meios de informação, não hesitam. Isto era o que se passava antes do 25 de Abril, agora passa-se em liberdade, condicionando as pessoas, e usando o medo que têm de perder o emprego. José Sócrates, na última Comissão Política do PS, defendeu a necessidade das severas medidas assumidas pelo Governo, mas também disse que era muito difícil cortar na despesa do Estado porque a base de apoio do PS está na Administração Pública. Disse-o lá, e pediu para isso a compreensão dos presentes. Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis, ser-me ia indiferente. Mas ele é o primeiro-ministro e está a dar cabo do meu País. Não é o único, mas é o mais importante de todos"."

Risotto de Frango

Este risotto levou:

- arroz para risotto;
- 250g de cogumelos frescos cortados ao meio;
- 2 peitos de frango;
- bacon;
- 1 cubo de caldo Knorr de galinha;
- cebola;
- azeite;
- 2 dentes de alho;
- queijo parmesão ralado;
- salsa picada q.b.;
- sal e pimenta q.b.

Colocar água num tacho com o cubo de caldo knorr de galinha, o bacon e os peitos de frango e temperar com um bocadinho de pimenta. Deixar ferver durante o tempo necessário para o frango cozer.
Juntar os cogumelos e deixar cozer mais uns 5 minutos.
Retirar o bacon, frango e cogumelos para um prato e guardar o caldo.

Picar a cebola e os alhos para um tacho e juntar o azeite e vai refogar um bocadinho até ficar loiro.
Juntar o arroz e deixar fritar durante uns 5 minutos e depois adicionar aos poucos o caldo de cozer o frango e ir mexendo. O arroz deverá cozer durante cerca de 20 minutos. Se o caldo não chegar, em alternativa acrescentar água.
Entretanto cortar o bacon e o frango aos cubinhos.
Quando o arroz estiver cozinho juntar o frango, o bacon e os cogumelos.
Deixar ferver e juntar o queijo, envolvendo bem.
Servir de seguida o preparado anterior polvilhado com salsa picada.
O marido não apreciou muito o sabor dos cogumelos frescos, acho que preferia enlatados, mas é uma questão de gosto...

domingo, 10 de abril de 2011

Bodas de algodão

Parece que ainda foi no outro dia e na verdade já passou um ano!

Por esta hora já estávamos casados e acho que menos cansados do que um ano depois. Após o casamento começou a busca pelo nosso novo e lar...
E um ano após um dos dias mais marcantes da nossa vida, mais um dia muito marcante... o primeiro dia na nossa casa nova!

Só tenho pena de não estar agora a preparar as malas para uma viagem como a que tivemos, mas não se pode querer tudo.
Dias difíceis, momentos muito bons, o casamento trata-se de uma luta diária que culmina em dias como o de hoje, em que relembramos como foi especial e coisas pelas quais já passamos.
Mais do que o primeiro ano de casados, comemoramos 11 anos de vida partilhada, de alegrias e tristezas, de surpresas e dificuldades, achando que ainda vale a pena lutar!

E agora vou ver se ainda aproveitamos o dia para passear e gozar um bocadinho, porque isto de ter casa nova dá mesmo muito trabalho e tentar que não tenha aspecto de estado de sítio não é nada fácil. O mais importante de tudo é que temos um lar, nosso!
Agora damos as mãos e vamos continuando a lutar, porque o ditado já é antigo e parar é morrer!
Assim sendo, não podemos parar e vamos vivendo a vida da melhor forma que podemos e sabemos!

E não posso deixar de agradecer mais uma vez a todos os que tornaram possível o dia bonito que o foi o 10 de Abril de 2010! Obrigada, e vocês sabem quem são!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Hoje é a vez de um docinho!

Torta de laranja

É preciso:
- 8 ovos
- 350g de açúcar
- 1 colher (sopa) de farinha custard (ou maizena, em alternativa)
- Sumo e raspa de 2 laranjas
- 80g de margarina
- Margarina para untar (eu, desde que descobri um spray da Espiga, nunca mais quis outra coisa - http://www.lusitana.pt/subcanais_n1.asp?id_subcanal_n1=272&id_canal=141)
- Papel vegetal

Primeiro ligar o forno para pré-aquecer.
Depois untar um tabuleiro, cobrir o fundo com papel vegetal e voltar a untar.
 
Derreter a margarina (eu derreti no micro-ondas, é um instantinho).
Misturar o açúcar e a farinha custard, depois juntar os ovos, a raspa e o sumo de laranja e bater um bocadinho (não vale a pena muito). Juntar por fim a margarina derretida.
 
Vai ao forno cerca de 20 minutos, até aloirar um bocadinho. E depois vem a parte mais difícil...
Virar a torta para um pano polvilhado com açúcar e depois enrola-la...
Depois, ainda mais difícil é passa-la para um prato! Foi a primeira torta que fiz na vida, portanto como se pode imaginar, não primou pela perfeição!
 
Uma sugestão de decoração é com sementes de papoila e meias-luas ou quartos de rodelas de laranja, mas já estava muito cansada de a enrolar e portanto ficou mesmo assim:
 
 
Ainda por cima a maior parte das travessas já estavam em caixas para seguirem para a nova morada e portanto teve de ficar mesmo assim... e soube tão bem!

Enquanto a crise ainda dá para rir...

Esta está demais...

"O país de Sócrates contado (pelo próprio) às criancinhas


Era uma vez um país cheio de Sol, de pessoas felizes, borboletas coloridas esvoaçantes pelo céu. Nesse país, todas as pessoas trabalhavam alegremente para o bem comum, sob a batuta de um maestro dedicado, uma espécie de padre – já que tudo fazia pelos outros, pelo país, e nada por ele próprio, nem pelos músicos da sua orquestra. Era um país muito bonito, esse, e cheio de esperança, optimismo e riquezas mil.

Mas como sempre acontece nas histórias, nesse país lindo cheio de Sol e de pessoas felizes, havia um pequeno grupo de pessoas muito más, praticamente pessoas a preto e branco, a que o maestro chamava, conforme as ocasiões, jornalistas ou oposições. Essas pessoas realmente más tudo faziam para tentar ensombrar a felicidade do país, espalhar o pessimismo e enterrar toda a riqueza num poço muito fundo e muito escuro.

Um dia, essas pessoas realmente más decidiram dar algumas noticias e chumbar um Plano Evidentemente Colorido que traria ainda mais felicidade e alegria às pessoas do país cheio de sol, pessoas felizes, borboletas coloridas esvoaçantes pelo céu.

Caaaabummm.
Começou a chover, a felicidade e as borboletas coloridas afundaram-se num lamaçal de tragédias e desgraças, veio o abismo e comeu o país.
Coitado do maestro que tudo fez pelos seus condidadãos e tinha dado ao país tantas alegrias e bons momentos. "It's an injustice, it is".

(Moral da história: os maus existem nas histórias para safarem os bons de se revelarem ainda piores...)" (in http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/191831.html)

Está demais, ou não está?

terça-feira, 5 de abril de 2011

Livros on-line

Para quem não conhece, a google disponibilizou um site com livros on-line onde pudemos pesquisar temas e escolher este ou aquele livro que até queremos ler, mas não estamos interessados em comprar.
Aqui fica:



Agora um dos sites a que recorro com alguma frequência, mas isto de escrever agora de forma diferente não está nada fácil. Utilizar o novo acordo ortográfico só me faz pensar em erros, parece esquisito. Mais cedo ou mais tarde, vai ter de ser... aqui fica a ferramenta:

A pensar no sol e neste óptimo tempo para passear...

um prato típico de uma das belas terras de Portugal:







Bifes de atum à algarvia
(com update)






Ingredientes:
2 bifes de atum
2 cebolas médias cortadas em meias luas
1 folha louro
2 dentes de alho picados
Tomates pelados sem grainhas (usei tomate enlatado já prontinho, para ser mais rápido)
Camarão cozido e descascado
Delícias do mar
½ copo de vinho branco
1 limão
Azeite
Sal, pimenta e açúcar
Batatas para fritar cortadas em rodelas finas

Temperar os bifes com sal, pimenta e sumo de limão e deixar temperar durante cerca de 30 minutos.


Numa frigideira refogar a cebola, os alhos e o louro.
Adicionar os tomates cortados em pedacinho e mexer bem. Adicionar depois o camarão e as delícias do mar. Passado um pouco deitar o vinho.
Temperar com sal e pimenta e em lume brando deixar apurar bem, até ficar com um molho grossinho. Deitar uma pitadinha de açúcar para cortar a possível acidez dos tomates.

Por fim colocar os bifes no molho e deixar cozinhar cerca de 3 minutos de cada lado. Relativamente ao tempo de cozedura dos bifes depende do gosto de cada um, mas se deixar muito mais tempo irão ficar muito secos.

Servir acompanhado com batatas fritas às rodelas… lá pus eu o meu saladino a trabalhar!

Pelo que pude pesquisar, esta receita originalmente não leva camarão ou delícias do mar, mas tudo o que seja ideia para usar camarão nas receitas, parece-me óptimo!