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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

:( ... :)

Nada como encarar as dificuldades que enfrentamos com boa disposição... a brincar, a brincar se vão dizendo as verdades!



Se a Deolinda se juntasse ao Rui Unas numa música é que era...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Parva Que Eu Sou

"Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!


Porque isto está mal e vai continuar,
Já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar.


Sou da geração ‘casinha dos pais’,
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na tv.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar."

Esta música da Deolinda é das poucas coisas muito acertadas que ouvi nos últimos tempos!
A Sra. é... cada tiro, cada melro!!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Esta tenho de partilhar...

Para começar o dia bem disposta!

Foi assim que tudo aconteceu...

Deus disse a Adão e Eva:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...
Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor, por favor. Sim? Facilitar-me-ia a vida substancialmente!
– Por favor! Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão.
Adão ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores.
Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... qual é o outro presente?
Deus respondeu:
- Cérebro, Eva... o cérebro é seu...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Alerta... IRS

Foi publicada no final de 2010 o Lei do Orçamento do Estado de 2011, que estabelece entre outras coisas as despesas dedutíveis ou não à colecta e novos limites que são impostos.
No que respeita aos documentos de despesas com saúde, formação, educação, lares, etc., o OE vem acrescentar a b) ao art.º 78.º do CIRS que estabelece o seguinte relativamente às condições para serem aceites como deduções à colecta:
"Mediante a identificação, em factura emitida nos termos legais, do sujeito passivo ou do membro do agregado a que se reportem, nos casos em que envolvam despesa."

Traduzindo por miúdos, a partir de 1 de Janeiro de 2011 temos de pedir as facturas ou recibos para os tipos de despesas atrás mencionadas com o nome e o NIF (Número de Identificação Fiscal - número de contribuinte) da pessoa que faz a despesa ou utiliza o serviço, quer seja o sujeito passivo ou membro do agregado familiar.
Desta forma, quem tem filhos, mesmo os recém nascidos, deverá de imediato requerer o seu NIF para que possa deduzir as despesas com ele incorridas, já que as facturas têm de vir em seu nome e com o respectivo NIF preenchido.
Na declaração de rendimentos anual é também obrigatório o NIF de cada membro do agregado.
Resumindo, não podemos continuar a ter facturas de farmácias, médicos, educação, etc., com o nome do destinatário e o NIF em branco, para posterior colocação destes dados. Tem que fazer parte do preenchimento correcto da factura ou recibo pela entidade que os emite, até porque serão objecto de controlo cruzado pelos serviços de fiscalização das Finanças.

Como já estamos quase no final de Janeiro, e como não é um tema muito publicitado e perceptível pela maioria das pessoas, na altura da apresentação da declaração de rendimentos em Março de 2012 podem ocorrer situações desagradáveis.
Queria apenas alertar para este facto, para evitar essas mesmas situações desagradáveis!

Nada como começar a semana com novidades sobre impostos...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Aqui fica mais uma divulgação!

A quantos de nós já aconteceu irmos a este ou aquele restaurante em que apesar de não termos pedido quaisquer entradas / aperitivos nos enchem de mesa de iguarias irresistíveis? Comemos, mas depois quando vemos a conta ficamos tão arrependidos... ou não!
Mas fosse essa a pior situação, porque existe pelo menos um restaurante (que não vou referir o nome) em que todas as vezes que lá fui fizeram questão de me cobrar os denominados "couverts" sem eu os ter pedido ou sequer consumido!

Pois bem, existe uma Lei (denominada Regime Legal Aplicável à Defesa dos Consumidores) que nos protege deste abuso e que muita gente desconhece (eu inclusive, até à data).
O pagamento dos aperitivos nos restaurante não é obrigatório! Ou melhor, não é obrigatório desde que não seja por nós pedido.
O n.º 4 do art.º 9.º da Lei estabelece o seguinte:

"O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa."

Pelos vistos o incumprimento desta norma pode levar à aplicação de uma coima até 35.000,00€... isto dá para pagar muitos aperitivos / entradas / couverts.
Não concordo que se abuse dos direitos que temos, mas também não temos de aceitar o abuso que muitos proprietários exercem sobre nós.
Esperemos que agora ninguém se aproveite disto para andar a comer à borla em várias esquinas!

E, conforme solicitado, aqui ficou mais uma divulgação!

Carta de um cliente ao BES

Apesar de ter uma relação muito próxima com este banco parece-me do interesse de todos sermos informados da ocorrência deste tipo de situações.
Assim e a pedido do próprio remetente da carta aqui fica:

"Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria' Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma."

Quero apenas sublinhar que esta carta me foi enviada por mail e que não é da minha autoria!
Mas que lê o pensamento de muitos de nós, lá isso é bem verdade. 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

É mesmo isso!

Encontrei esta frase por acaso e acho que se enquadra completamente com a situação que enfrentamos atualmente (actualmente, antigamente!):

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)


Como portista que sou...

não podia deixar passar sem um apontamentozinho o acontecimento do último jogo entre o Benfica e o Nacional!

O Sr. Jorge Jesus achou por bem tocar ou de leve vá, um murrito no Luis Alberto... e o jogador do Nacional teve um reflexo natural (toma lá uma sapatadinha no nariz)!

Apenas um comentário a este triste acontecimento:
Quem ri por último, ri melhor!
Não podemos apontar o dedo aos outros e critica-los quando corremos o risco de um dia nos acontecer igual ou pior!

Vamos agora ver no que isto vai dar e se a Comissão Disciplinar da Liga se porta bem!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Aníbal Cavaco Silva... outra vez!

Costuma-se dizer, quando te estás a enterrar, pára de escavar!
Das duas três! Ou fazemos tudo pela estabilidade ou somos uns conformados... tanto nos queixamos, tanto nos queixamos e quando chega a altura de demonstrar o nosso descontentamento votamos no mesmo senhor e com maioria absoluta... fantástico!

Por um lado também compreendo, tínhamos como alternativas o Sr. Manuel Alegre para alguns e pateta alegre para outros, que ao ser apoiado pelo partido do nosso Governo deve ter visto a sua vida a andar para trás. Apoiado pelo PS e pelo Bloco de Esquerda... e estava bem melhor sozinho!O ditado já é antigo: mais vale sozinho que mal acompanhado!

Sobre o Fernando Nobre e Francisco Lopes não tenho grandes comentários... um independente outro apoiado pelo Partido Comunista...

José Manuel Coelho e Defensor Moura duas outras grandes surpresas... não estava à espera que o primeiro arrecadasse tanto votos e o segundo ficasse no fundo da lista!

Por fim, cerca de 190.000 portugueses votaram em branco e pelo menos demonstraram que nenhum dos candidatos corresponde às necessidades que o país neste momento apresenta.
Para além da grande abstenção... também causada pelos erros ao nível das freguesias!

Saldo final... mais um mandato para o Sr. Aníbal Cavaco Silva!

Um conselho: Stop digging!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Tenho dito... ou não!

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.” Albert Einstein


por outro lado...

"A vida é como andar de bicicleta.  Para manter o equilíbrio temos que andar em frente!" 
Albert Einstein



... e mais nada por hoje!