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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Crossfit #2




Na semana passada tive um treino em que fiquei 3 dias com aquele caminhar esquisito que me acontece sempre que passo algum tempo sem dar cabo do cabedal e levo uma carga de porrada inesperada no lombo. Deu para rir, para desesperar, mas passou.

Esta semana parece que me espetaram duas bolas nos ombros. Depois de um treino com muita tentativa de snatch à mistura estou com esta zona entre pescoço e ombros que sim senhor até dá gosto mexer os bracinhos para ficar com a sensação de porrada com ferros quentes.

Custa, que custa mesmo. Aquilo não é brincadeira de meninos. Mas acho que encontrei a minha modalidade de eleição.

Qualquer dia, daqui a muitos anos, ainda vou conseguir fazer uma merd@ destas como deve ser:





domingo, 2 de outubro de 2016

Mais um passo – o regresso



Em Março, assim sem querer, esbarrei-me contra uma box e decidi experimentar essa modalidade tão na moda e que para mim não é moda nenhuma.
Há muito tempo que a curiosidade tinha sido despertada para o crossfit e andava há meses a pesquisar sítios para a prática desta modalidade.
Um dia, por acaso, reparei que tenho uma box pertinho de casa. Mas isso é muito fixe! Ah pois é! Ainda por cima é dirigida por alguém não vê só €€€ e se disponibilizou a iniciar os treinos mais cedo – o que para mim fez toda a diferença. Treinar, para mim, tem de ser logo pela manhazinha porque o resto do dia é à velocidade Bolt e felizmente aqui consigo esta conciliação.
Adoro aquilo. Mesmo. Custa muito, em muitos momentos apetece-me atirar para o chão e dizer: já chega, não quero mais, vou só ficar aqui estendida até o vento me levar,…, mas eu adoro aquilo.
Com nomes estranhos e muitas figuras tristes, mas sempre com muita vontade, os meses foram passando.
De Março a Julho senti evolução. Grande ou pequena não interessa. Foi o suficiente para me manter motivada. Senti músculo onde nem sabia que podia aparecer, fui levantando mais peso – sempre foi pouco mas para mim é mais importante a consistência em detrimento da rapidez – e foi mais um hábito adquirido. E não me esqueço do dia em que levantei 70Kg num deadlift.
Depois é que a porca torceu o rabo. Férias, desleixo total, preguiça, ciclo vicioso. Férias da box, incompatibilidades de agenda, deslocações, uma viagem… e pronto – 2 meses e meio sem fazer a ponta de um corno.
Esta semana comecei a caminhar/correr para criar pulmão (???) e começar a despertar o corpo para o regresso aos treinos. Custou-me horrores e sei que o regresso ao crossfit vai ser 50 milhões de vezes pior.
Amanhã é o dia! Amanhã regresso ao crossfit para não mais deixar. Amanhã o peso pesado do sítio vai voltar aos seus 2kg ou 3 mas vai voltar.
Até sinto aquele nervosismo no estômago. O que vale isto facilmente vai ser substituído por muitas dores musculares, muito suor e até quem sabe uma lágrima ou outra.
Entretanto vou só ali pedir aos anjinhos para não me deixarem vomitar ao vivo e a cores.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Desta vez está a ser diferente



Geralmente o que é que acontece? Vou ao médico, tenho um tratamento/ uma dieta/ um plano, e cumpro aquilo tudo à risca até começar a pisa-la.
Não sei porquê mas desta vez não é isso que está a acontecer. O processo está a ser inverso. Da minha má alimentação regular dos últimos meses estou a retirar as más opções e substitui-las gradualmente pelo que me foi indicado pela nutricionista.
O mais difícil está a ser a retirada do chocolatinho a acompanhar o café. E mais um ou outro pormenor para cumprir tudo direitinho. Parece-me que enquanto houver chocolate por casa vai ser complicado. Mas eu chego lá.
Aquele frenesim de ficar mais perto do que quero não se manifestou. Não sinto aquela vontade constante de ir à balança para ver se já foram mais cem ou duzentos gramas. E também não encontro justificação para isso.
A nutricionista mandou-me tirar uma foto para ir verificando a evolução. Pediu-me para não me focar tanto no peso mas sinto nas alterações que se vão dar no corpo. Tirei a primeira e fiquei com a sensação de que sou um caso perdido. Tenho de me provar o contrário.
Quero um peso saudável. Quero resistência física. Quero massa muscular. Quero melhorar. Quero cruzar a meta de uma meia maratona. Quero orgulhar-me do que consigo alcançar. Quero aprender a manter uma estabilidade nos hábitos alimentares. E o que também gostava muito era de ajudar outras pessoas a conseguirem o mesmo.
Quero mesmo que seja diferente. Quero que seja sólido. Quero que seja contínuo. Quero que seja para sempre.